Apneia do sono é um distúrbio em que a respiração para ou fica muito reduzida várias vezes à noite, geralmente porque a garganta se fecha. Causa ronco alto, engasgos e sonolência diurna e aumenta o risco de acidentes e doenças cardiovasculares. O diagnóstico é feito com polissonografia, e o tratamento mais eficaz nos casos moderados e graves é o CPAP.
Se você ronca alto, acorda cansado mesmo depois de uma noite inteira na cama e luta contra o sono durante o dia, vale prestar atenção nesta palavra: apneia. A apneia do sono é um distúrbio em que a respiração para ou fica muito reduzida várias vezes durante a noite, quase sempre porque a garganta se fecha enquanto você dorme, e cada pausa obriga o cérebro a despertar rapidamente para retomar o fôlego. É uma condição comum, muitas vezes não diagnosticada, que afeta a disposição, o humor, a segurança no trânsito e a saúde do coração, mas que tem diagnóstico simples e tratamento eficaz. Neste guia você vai entender os sintomas, as causas, como é a polissonografia, como funciona o CPAP, se apneia tem cura e quando procurar um médico.
O que é apneia do sono
“Apneia” significa parada da respiração. Na apneia do sono, essas paradas acontecem repetidamente durante a noite e duram, em geral, pelo menos dez segundos. Quando a respiração não para totalmente, mas fica muito reduzida, os médicos chamam de hipopneia. As duas coisas fazem o oxigênio do sangue cair e provocam microdespertares, que a pessoa quase nunca percebe.
O resultado é um sono picotado: a pessoa até passa oito horas na cama, mas o cérebro é “acordado” muitas vezes e não consegue completar as fases mais reparadoras do ciclo do sono. Por isso a sonolência durante o dia é um dos sinais mais típicos.
Tipos de apneia do sono
| Tipo | O que acontece | Quem costuma ter |
|---|---|---|
| Apneia obstrutiva do sono | A garganta se fecha parcial ou totalmente; o corpo tenta respirar, mas o ar não passa | É o tipo mais comum; mais frequente com excesso de peso, em homens, com o envelhecimento e após a menopausa |
| Apneia central do sono | O cérebro deixa de enviar o comando para respirar por alguns segundos; não há esforço respiratório | Pessoas com insuficiência cardíaca, AVC, uso de opioides ou em grandes altitudes |
| Apneia mista ou complexa | Combinação dos dois mecanismos | Identificada na polissonografia ou durante o tratamento |
Neste artigo, o foco é a apneia obstrutiva, que responde pela grande maioria dos casos. A apneia central exige investigação específica com o médico.
Gravidade
Na polissonografia, o médico conta quantas pausas e reduções de respiração acontecem por hora de sono, o chamado índice de apneia e hipopneia (IAH). A partir desse número e dos sintomas, a apneia é classificada como leve, moderada ou grave. Essa classificação orienta a escolha do tratamento.
Apneia do sono: sintomas
Muitas pessoas com apneia não sabem que têm, porque os principais sinais acontecem enquanto dormem. Quem dorme ao lado costuma ser o primeiro a perceber. Veja os sintomas mais comuns:
| Durante a noite | Durante o dia |
|---|---|
| Ronco alto e frequente, quase toda noite | Sonolência excessiva, cochilar sem querer |
| Pausas na respiração percebidas por outra pessoa | Cansaço ao acordar, sensação de sono não reparador |
| Engasgos, roncos explosivos depois de um silêncio | Dor de cabeça ao acordar |
| Acordar com falta de ar ou sensação de sufocação | Dificuldade de concentração e de memória |
| Sono agitado, muitos despertares | Irritação, alterações de humor, desânimo |
| Levantar várias vezes para urinar | Boca seca ou garganta irritada ao acordar |
| Suor noturno | Diminuição da libido |
Sinais que nem sempre parecem apneia
- Insônia: algumas pessoas, principalmente mulheres, não se queixam de ronco, mas de acordar muitas vezes durante a noite. A apneia pode estar por trás de uma insônia de manutenção.
- Pressão alta difícil de controlar: mesmo com remédios.
- Cochilos no trânsito ou em reuniões: um sinal de alerta importante.
- Em crianças: ronco, respiração pela boca, sono agitado, xixi na cama, agitação, dificuldade de atenção e baixo rendimento escolar.
Se a sonolência durante o dia é o que mais incomoda você, veja também o guia sobre sono excessivo, que explica outras causas possíveis.
O que causa a apneia obstrutiva do sono
Durante o sono, os músculos da garganta relaxam. Em quem tem apneia, esse relaxamento, somado a uma via aérea mais estreita, faz as paredes da garganta se encostarem e bloquearem a passagem do ar. Os principais fatores de risco são:
- Excesso de peso, especialmente acúmulo de gordura no pescoço e no abdômen.
- Anatomia: mandíbula pequena ou recuada, língua grande, amígdalas e adenoide aumentadas, palato baixo, pescoço largo.
- Sexo e idade: é mais frequente em homens e aumenta com a idade; nas mulheres, o risco sobe após a menopausa.
- Obstrução nasal: rinite, desvio de septo, pólipos.
- Álcool, que relaxa os músculos da garganta.
- Sedativos, remédios para dormir e opioides, que diminuem o tônus muscular e a resposta do cérebro à falta de ar.
- Cigarro, que inflama as vias aéreas.
- Dormir de barriga para cima, em quem tem apneia posicional.
- Histórico familiar e algumas condições, como hipotireoidismo e síndrome dos ovários policísticos.
Sedativos e remédios para dormir podem piorar a apneia. Calmantes como os benzodiazepínicos, alguns hipnóticos, opioides, antialérgicos sedativos e o álcool relaxam a musculatura da garganta e reduzem o despertar do cérebro quando o oxigênio cai, o que pode deixar as pausas mais longas e mais perigosas. Se você ronca alto, tem pausas na respiração ou já tem diagnóstico de apneia, não use nada para dormir sem conversar com o médico e sempre conte a ele sobre a apneia. Entenda os tipos e riscos no guia de remédio para dormir.
Melatonina trata apneia?
Não. A melatonina é o hormônio que sinaliza ao corpo a hora de dormir, mas ela não abre a via aérea, não fortalece a musculatura da garganta e não impede as pausas na respiração. Nenhum suplemento, chá ou produto natural trata apneia do sono. Quem tem apneia e dorme mal não precisa de algo que dê mais sono: precisa tratar a apneia. Se você usa qualquer produto para dormir, informe o médico.
Apneia do sono pode matar? Os riscos de não tratar
Essa é uma pergunta comum e merece uma resposta honesta e sem alarmismo. A apneia, por si só, raramente é a causa direta de uma morte durante o sono: o cérebro costuma despertar a pessoa para respirar. O perigo está nos efeitos acumulados ao longo dos anos e na sonolência. A apneia não tratada está associada a:
- Acidentes de trânsito e de trabalho, por cochilos ao volante e queda de atenção. Esse é um dos riscos mais imediatos.
- Pressão alta, inclusive difícil de controlar com remédios.
- Arritmias cardíacas, como a fibrilação atrial.
- Infarto, insuficiência cardíaca e AVC.
- Diabetes tipo 2 e piora do controle da glicose.
- Depressão, irritabilidade e problemas de memória e concentração.
- Complicações em cirurgias e anestesias, por isso é importante informar a equipe médica.
A mensagem principal é positiva: o tratamento adequado reduz esses riscos, melhora a disposição e, para muita gente, transforma a qualidade de vida. Por isso, quem tem sinais de apneia não deve esperar.
Se você cochila ao dirigir, não dirija até ser avaliado e tratado. Sonolência ao volante é tão perigosa quanto outras formas de direção prejudicada.
Polissonografia: como é o diagnóstico
O diagnóstico da apneia começa na consulta, com perguntas sobre ronco, pausas, sonolência e hábitos, e com o exame do nariz, da garganta e do pescoço. Questionários de sonolência e de risco ajudam a triagem. Mas a confirmação é feita com um exame do sono.
Polissonografia em laboratório
É o exame mais completo. Você dorme uma noite em um laboratório do sono, num quarto preparado, com sensores colados na pele, no rosto, no tórax e nas pernas. O exame registra:
- Ondas cerebrais, para identificar as fases do sono e os despertares.
- Fluxo de ar pelo nariz e pela boca.
- Esforço respiratório do tórax e do abdômen.
- Oxigenação do sangue.
- Batimentos cardíacos.
- Movimentos das pernas, posição do corpo e ronco.
O exame não dói e não é invasivo. A maior queixa é estranhar a cama e os fios, mas, mesmo dormindo menos do que em casa, o registro costuma ser suficiente.
Exame domiciliar
Em casos selecionados, com suspeita de apneia obstrutiva moderada ou grave e sem outras doenças importantes, o médico pode indicar um exame domiciliar, com um aparelho portátil que mede respiração, oxigenação e frequência cardíaca. É mais prático, mas registra menos informações. Se o resultado for duvidoso, a polissonografia em laboratório pode ser necessária.
Como se preparar
- Mantenha a rotina normal no dia do exame, sem cochilos longos.
- Evite cafeína à tarde e álcool no dia, a menos que o médico oriente diferente.
- Leve os remédios que usa e informe todos à equipe.
- Vá com o cabelo limpo e sem cremes no rosto, para os sensores aderirem bem.
- Leve roupa confortável e o que costuma usar para dormir.
Apneia do sono: tratamento
O tratamento depende do tipo, da gravidade, dos sintomas e da anatomia de cada pessoa. Muitas vezes, as abordagens são combinadas.
| Tratamento | Como funciona | Para quem costuma ser indicado |
|---|---|---|
| CPAP | Aparelho que envia ar com pressão contínua por uma máscara e mantém a garganta aberta | Tratamento de referência para apneia moderada e grave; também em casos leves com sintomas |
| Aparelho intraoral de avanço mandibular | Placa feita sob medida que posiciona a mandíbula um pouco para frente durante o sono | Apneia leve a moderada e quem não se adapta ao CPAP |
| Perda de peso | Reduz a gordura que estreita a via aérea | Quem tem excesso de peso; pode reduzir muito a gravidade |
| Terapia posicional | Dispositivos ou estratégias para evitar dormir de barriga para cima | Apneia que acontece principalmente de costas |
| Tratamento do nariz | Controle de rinite, correção de desvio de septo | Complemento, melhora a tolerância ao CPAP |
| Cirurgias | Retirada de amígdalas e adenoide, cirurgias de palato, mandíbula ou nariz | Alterações anatômicas específicas; em crianças, a retirada de amígdalas e adenoide é frequente |
| Terapia miofuncional | Exercícios de língua, palato e garganta com fonoaudiólogo | Complemento em casos leves a moderados |
| Outras terapias | Como o estimulador do nervo da língua, implantado cirurgicamente | Casos específicos, avaliados por equipe especializada |
CPAP: como funciona e como se adaptar
O CPAP (sigla em inglês para pressão positiva contínua nas vias aéreas) é um aparelho pequeno, que fica ao lado da cama e envia ar por uma mangueira até uma máscara no nariz ou no nariz e na boca. A pressão do ar funciona como uma “tala” que mantém a garganta aberta, impedindo as pausas e o ronco. Para muitos pacientes, a diferença na disposição aparece logo nas primeiras semanas de uso correto.
O desafio é a adaptação. É normal estranhar no começo. Estas dicas ajudam:
- Escolha bem a máscara. Há vários modelos e tamanhos; uma máscara mal ajustada é a principal causa de desistência.
- Use todas as noites e a noite toda. O benefício depende do uso regular.
- Treine acordado. Use a máscara por alguns minutos lendo ou vendo TV para se acostumar.
- Use o umidificador, se o aparelho tiver, para evitar boca e nariz secos.
- Limpe a máscara e a mangueira conforme as instruções do fabricante.
- Volte ao médico se tiver vazamentos, desconforto, sensação de engolir ar ou dificuldade de expirar. Muitas vezes, um ajuste de pressão ou de máscara resolve.
E se eu não me adaptar ao CPAP?
Desistir do CPAP nas primeiras semanas é um dos erros mais comuns, e quase sempre há o que fazer antes de abandonar. Conte ao médico exatamente o que incomoda: pressão alta demais ao deitar, ar vazando pela boca, máscara apertando o nariz, sensação de claustrofobia ou garganta seca. Existem aparelhos que aumentam a pressão aos poucos depois que você adormece, máscaras menores que ficam só na entrada do nariz e acessórios para manter a boca fechada. Se, mesmo com ajustes, o CPAP não funcionar para você, o médico pode discutir alternativas, como o aparelho intraoral, a terapia posicional ou a avaliação cirúrgica. O importante é não ficar sem tratamento.
No Brasil, o CPAP pode ser comprado ou alugado, e o acesso pelo SUS e por planos de saúde varia conforme a região e o contrato. Converse com o seu médico sobre o caminho no seu caso.
Hábitos que ajudam no tratamento
- Evite álcool, principalmente nas horas antes de dormir.
- Não use sedativos ou remédios para dormir sem orientação do médico que acompanha a apneia.
- Pare de fumar.
- Durma de lado, se a sua apneia for posicional.
- Trate o nariz com o otorrino, se viver congestionado.
- Mantenha horários regulares e durma o suficiente, seguindo as regras de higiene do sono.
- Faça atividade física e cuide do peso com acompanhamento.
Esses hábitos melhoram a qualidade do sono, mas não substituem o tratamento indicado. Se o ronco é a sua principal queixa e você ainda não sabe se tem apneia, veja também o guia sobre como parar de roncar.
Apneia do sono tem cura?
Depende da causa:
- Em crianças, quando a apneia é causada por amígdalas e adenoide aumentadas, a cirurgia costuma resolver o problema na maioria dos casos.
- Em adultos com excesso de peso, a perda de peso pode reduzir muito a gravidade e, em alguns casos, fazer a apneia praticamente desaparecer.
- Quando há uma alteração anatômica específica, a cirurgia bem indicada pode trazer grande melhora.
Na maioria dos adultos, porém, a apneia é uma condição crônica, como a pressão alta: não “some”, mas é controlada com o tratamento contínuo. Com o CPAP ou o aparelho intraoral usados corretamente, as pausas e o ronco deixam de acontecer enquanto o tratamento está em uso, e os sintomas do dia a dia melhoram. Por isso, não pare o tratamento por conta própria, mesmo se você se sentir bem.
Quando procurar um médico e qual especialista
Procure avaliação se você tem um ou mais destes sinais:
- Ronco alto quase todas as noites.
- Alguém viu você parar de respirar, engasgar ou “puxar o ar” durante o sono.
- Sonolência durante o dia, especialmente se cochila dirigindo, em reuniões ou vendo TV.
- Acorda cansado, com dor de cabeça ou boca seca, mesmo dormindo bastante.
- Tem pressão alta difícil de controlar, arritmia, diabetes ou já teve AVC ou infarto.
- Seu filho ronca com frequência, respira pela boca ou tem sono muito agitado.
| Especialista | Papel no cuidado da apneia |
|---|---|
| Médico especialista em medicina do sono | Referência para diagnóstico, indicação e acompanhamento do tratamento |
| Pneumologista | Diagnostica e trata, principalmente quando há doenças pulmonares ou necessidade de CPAP |
| Otorrinolaringologista | Avalia nariz e garganta, indica cirurgias e trata obstrução nasal |
| Neurologista | Importante na apneia central e quando há outros distúrbios do sono associados |
| Cardiologista | Acompanha pressão alta, arritmias e outras doenças do coração ligadas à apneia |
| Dentista com formação em sono | Confecciona e ajusta o aparelho intraoral, com indicação médica |
| Pediatra | Primeira avaliação quando a criança ronca ou tem sono agitado |
Se você não sabe por onde começar, o clínico geral pode fazer a primeira avaliação e encaminhar. Para conhecer outros problemas que atrapalham a noite, visite a página de distúrbios do sono.
Resumo: o que saber sobre apneia do sono
Apneia do sono é um distúrbio em que a respiração para ou fica muito reduzida várias vezes durante a noite, quase sempre porque a garganta se fecha. Os sinais mais comuns são ronco alto, pausas na respiração, engasgos, sono não reparador e sonolência durante o dia. Os principais fatores de risco são excesso de peso, anatomia da garganta e da mandíbula, idade, álcool e sedativos. Sedativos e remédios para dormir podem piorar a apneia, e a melatonina não trata apneia. Sem tratamento, ela aumenta o risco de acidentes, pressão alta, arritmias, infarto e AVC. O diagnóstico é feito com polissonografia, e o tratamento inclui CPAP, aparelho intraoral, perda de peso e outras opções. Se você se reconheceu nesses sinais, procure um médico do sono, um pneumologista ou um otorrino.
Perguntas frequentes
Quais são os sintomas da apneia do sono?
Os mais comuns são ronco alto e frequente, pausas na respiração percebidas por quem dorme ao lado, engasgos ou sensação de sufocação à noite e sonolência intensa durante o dia. Também são frequentes dor de cabeça ao acordar, boca seca, acordar várias vezes para urinar, irritação e dificuldade de concentração.
Apneia do sono pode matar?
A apneia não tratada aumenta o risco de problemas graves, como acidentes de trânsito e de trabalho por sonolência, pressão alta, arritmias, infarto e AVC. Por isso ela deve ser levada a sério. A boa notícia é que o tratamento adequado reduz muito esses riscos e melhora a qualidade de vida.
Apneia do sono tem cura?
Em alguns casos, sim: quando a causa é corrigível, como amígdalas aumentadas em crianças, ou quando a perda de peso resolve o estreitamento da via aérea. Na maioria dos adultos, porém, a apneia é uma condição crônica que se controla com tratamento contínuo, como o CPAP ou o aparelho intraoral.
Como é feita a polissonografia?
A polissonografia é o exame do sono. Sensores colados na pele e no rosto registram ondas cerebrais, respiração, oxigenação do sangue, batimentos, movimentos e ronco enquanto você dorme. Pode ser feita em laboratório, com um técnico acompanhando, ou em casa, com um aparelho portátil, conforme a indicação do médico.
Melatonina ajuda na apneia do sono?
Não. A melatonina não trata apneia do sono, porque não abre a via aérea nem impede as pausas na respiração. Quem tem apneia e dorme mal precisa tratar a apneia. Se você usa qualquer produto para dormir, conte ao médico, principalmente se forem sedativos.
Qual médico trata apneia do sono?
O médico especialista em medicina do sono é a referência. Pneumologistas, otorrinolaringologistas e neurologistas com formação em sono também diagnosticam e tratam. O dentista com formação em sono participa quando o tratamento é o aparelho intraoral, sempre com indicação médica.
Importante: este conteúdo é informativo e não substitui a avaliação de um médico. Se a dificuldade para dormir dura mais de três meses, atrapalha o seu dia ou vem com ronco forte, pausas na respiração, tristeza persistente ou ansiedade intensa, procure um profissional de saúde.
Fontes e referências
Equipe Editorial BrainPlus
Escrevemos guias sobre sono com base em fontes oficiais e científicas e revisamos o conteúdo periodicamente. Saiba como trabalhamos na nossa política editorial.
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